Superstar quarentona, Vette é uma headliner (atriz cuja foto aparece nas capas dos DVDs) e grava para produtoras de primeira linha, como Wicked Pictures, Vivid, VCA e Evil Angel, entre outras.
Suas cenas são vigorosas e intensas. No sexo anal, ela é rainha, e as performances não perdem em nada para as atuações de outras deusas do pornô, como Lauren Phoenix, Melissa Lauren ou Katsumi – com a vantagem de que Vicky é capaz de manter a classe em todas as situações.
Antes tarde do que nunca
A carreira erótica de Vicky Vette começou em 2003, quando ela e o marido trabalhavam como corretores imobiliários e, nas horas vagas, freqüentavam clubes de swing.
Um dia, ela enviou uma foto para um concurso de seios da revista Hustler e ficou entre finalistas bem mais jovens. Depois, apareceu nas páginas da Busty Magazine e da High Society, atraindo a atenção de um agente que a colocou no mercado pornô.
A palavra-chave na vida da atriz é orgasmo. Ela goza o tempo todo! Quando está sendo fotografada, goza imaginando os homens que se masturbam com as fotos. Quando está filmando, goza porque sente tesão pelo parceiro de cena – e também por imaginar os espectadores.
Na vida diária, porém, Vette sente prazer em ser dona de casa em um subúrbio classe média no estado norte-americano da Geórgia. Gosta de cozinhar, passar roupa e cuidar do jardim, pois faz questão de não ter empregada. A loira também ama fazer ginástica em sua academia particular e come bem sem exagerar. Beber, nunca.
Esses são os segredos de uma atriz na flor da carreira, que atua em pelo menos oito filmes por mês e disputa Troféus AVN (Adult Video News) com garotas que têm metade de sua idade. Por sinal, ela chegou a ganhar um de Melhor Performance de Excitação em 2005, pelo filme Metropolis, de Marty Zion.
Simpatia e bom-humor
Como toda boa atriz, Vicky Vette é também muito alegre, simpática e bem-humorada, qualidades que nem sempre fazem parte da personalidade de mulheres bonitas. Ela sabe, como poucas, enfrentar com espírito e sagacidade as piadinhas daqueles que gostam de minar a auto-estima alheia.
Alguns a chamam de “Milf Queen”. “Milf”, em inglês, é uma sigla para “Mother, I’d like to fuck” (“Mãe com quem gostaria de foder”), expressão trazida pelo filme American Pie, em que um adolescente sente tesão pela mãe de um amigo. O sucesso do filme fez muitos garotos assumirem essa tara.
Mesmo não sendo mãe, Vette assume sua condição de “Milf Queen” – e garante que seria melhor se as garotas entrassem para o pornô depois dos 30!
Seu argumento é precioso. Segundo ela, a menina que começa cedo nem sempre está preparada para os problemas futuros, quando os filhos ou os parentes do marido virem suas cenas de sexo anal e DP, por exemplo. A garota nem imagina o que pode acontecer a ela em termos de preconceito e complexo de culpa – vide os exemplos de Ginger Lynn, Traci Lords e outras. Sim, Vette também pensa!
Imagens: Reprodução
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